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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

EXÓTICOS PARA ZOOLÓGICOS



Para atender a procura de parques e zoológicos por animais exóticos, um cativeiro particular nos Estados Unidos incentivou o cruzamento entre tigres brancos. Além de raros, eles eram irmãos e o resultado foi o nascimento de Kenny: o primeiro tigre com síndrome bastante similar à Síndrome de Down, nos seres humanos.

Raríssimo, o animal sofre de problemas mentais e motores. Fisicamente, o tigre apresenta um focinho mais curto e achatado do que normal para sua espécie, além de olhos afastados, cabeça mais larga e dentição deformada.



O tigre resgatado hoje vive em um refúgio para animais selvagens, o "Turpentine Creek Wildlife Refuge", localizado em Eureka Springs, no estado de Arkansas.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

BICHO-DE-PÉ

É um inseto da família das pulgas, que se aloja na pele do homem e de outros animais. Chamado de Tunga penetrans pelos cientistas, esse bichinho quase invisível, que não ultrapassa 1 milímetro de comprimento, pode ser encontrado em praticamente todo o continente americano. 

Quando descobre uma vítima, ele salta em sua direção e cava um pequeno buraco na pele para sugar o sangue do hospedeiro. 

Os alvos prediletos do parasita, também conhecido como pulga da areia, são a sola do pé, a pele sob as unhas e os espaços entre os dedos, mas ele pode perfurar qualquer parte do corpo, provocando reações desagradáveis como coceira e inflamação no local afetado. 

O problema quase nunca passa disso, mas a infecção pode abrir uma brecha para doenças mais sérias, como o tétano, e causar até gangrena em casos graves. O tratamento padrão é a retirada do inseto, mas o melhor remédio é a prevenção. 

Para ficar longe dessa pulguinha incômoda, o ideal é usar calçados em locais infestados e tratar animais domésticos infectados.

Depois de usar e abusar do hospedeiro, a fêmea põe seus ovos e morre
1. O bicho-de-pé vive em lamaçais e solos arenosos, quase sempre em locais quentes e secos. Também é comum encontrar o inseto em chiqueiros de porcos
2. Só as fêmeas grávidas penetram na pele. Em sete a dez dias, um único bicho coloca de 150 a 200 ovos, que são jogados no chão e amadurecem por conta própria. Depois disso, a mãe morre e é expelida pelo corpo
3. Ok, ela morre depois de colocar os ovos. Mas o ideal é removê-la antes disso. Uma agulha esterilizada dá conta do recado, mas é preciso tomar cuidado para não deixar nenhum pedaço do bicho na pele, o que pode causar infecções


sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

HOMEM SOFRE INFARTO AO FAZER SEXO COM LEITOA

O suspeito de um caso de zoofilia teve um final trágico em sua última “noite de amor” com uma porquinha em uma fazenda da cidade de Tapurah, interior do Mato Grosso. De acordo com informações da Polícia Civil, o corpo do caseiro da propriedade, de 52 anos, foi encontrado pelo patrão no sábado, dia 18, nu, com as calças arriadas até a canela, no meio do chiqueiro.



Para os agentes, tudo leva a crer que o homem
sofreu um mal súbito enquanto dava umazinha na
leitoa, que estava amarrada ao lado de garrafas
de bebida alcoólica e um pacote de preservativos com
 uma camisinha faltando. Sexo seguro.
O investigador e escrivão Alcemir Matos afirmou ao
 Terra que os animais do chiqueiro acabaram devorando
 o corpo do homem, como “o órgão genital, parte da coxa, b
raço e parte do rosto”.  Agora a polícia aguarda o laudo
do Instituto Médico Legal (IML) para
registrar a causa da morte. 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

PORCO-ESPINHO CAI DE POSTE E FERE MULHER

Um porco-espinho despencou de um poste e feriu a cabeça de uma moradora da Gávea, na Zona Sul do Rio, na noite da última quarta-feira. A dona de casa Sandra Nabuco, de 52 anos, estava passeando com seu cachorro quando o incidente aconteceu. Ela teve cerca de 200 espinhos fincados em seu couro cabeludo e precisou ser encaminhada para o hospital Miguel Couto, no mesmo bairro, para receber ajuda médica.

- Foi um susto enorme. Eu estava caminhando com meu cãozinho na Avenida Marquês de São Vicente, na Gávea, perto do Instituto Moreira Salles, quando, do nada, senti um baque na minha cabeça. Olhei para o chão, vi um bicho. Coloquei a mão na minha cabeça e senti os espinhos. A dor era enorme - lembra Sandra.

Em seguida, a dona de casa conta que pediu ajuda a um porteiro de um prédio próximo. Nesse momento, eles viram o porco-espinho que a havia atingido passando por uma das grades da construção.

Depois, ela pegou seu animal de estimação e foi para casa.

- Eu pedi ajuda de vizinhos para procurar ajuda médica. Como na minha rua sempre tem um carro da Polícia Pacificadora estacionado, pedimos ajuda e os agentes me levaram até o hospital Miguel Couto.

Sandra diz que, na unidade de saúde, todos ficaram impressionados com o que havia acontecido com ela.

- Eu ainda estava meio desorientada. Fui atendida por cirurgião do plantão, que tirou os espinhos do meu couro cabeludo com uma pinça. Tudo sem anestesia. Eu e o médico paramos de contar a quantidade de espinhos quando chegamos em 150. Foram cerca de 200.

Depois de atendida, ela foi liberada e voltou para casa. Ela, agora, está tomando medicamentos, como antibióticos e antialérgicos, para acelerar a cicatrização dos furos em seu couro cabeludo e evitar que esses infeccionem.

Através do Facebook, Sandra publicou uma foto de sua cabeça cheia de espinhos e impressionou internautas. Ela afirma ter feito isso para avisar ao filho que mora longe, e para alertar aos moradores da Gávea sobre possíveis acidentes como o dela.

- Eu sou uma mulher forte, se fosse um idoso ou uma criança, matava. Eu também me preocupo com os animais. Já haviam me contado que havia um casal de porcos-espinhos pela região, mas, até então, nunca o tinha visto.

Por ser uma região muito arborizada, a Gávea costuma ter animais silvestres, como pequenos micos e gambás, passeando por sua vegetação.

De acordo com informações da Secretaria Municipal de Saúde do Rio, que confirmou o caso, nos incidentes com ferimentos causados por esses animais, a orientação é que o paciente procure uma unidade de atendimento para ser medicado.









terça-feira, 14 de janeiro de 2014

BULLY KUTTA / CÃO MAIS FEROS DO MUNDO

É uma raça de cães do oriente médio criada pelos persas para serem usados em guerras e rinhas. 
Bully Kutta é considerada por muitos a mais perigosa, agressiva, imprevisível e mortal raça do mundo. O Bully Kutta era usado pelo Exército Persa em batalhas, mas nunca em áreas urbanas. Ainda hoje essa raça é usada no Paquistão como cão de guarda e em rinhas de cães.
A reputação dessa raça é altamente feroz e comprovada diversas vezes sendo essa raça muito mais perigosa e mortal do que o Pitbull. Um Bully Kutta tem quase o mesmo tamanho de um Dogue Alemão porém é mais musculoso que ele. Mesmo com um bom treinamento e carinho esses cães são perigosos mesmo para seus donos e treinadores.
Conhecido como “A Besta do Leste”. Essa raça costuma medir aproximadamente 1,1m e pesar 90 kg. Ela é uma raça de cães brutais e agressivos que foi criada apenas para o esporte de rinha de cães. Era usada no exército para combate físico, mas nunca em área civil, pois eles são demasiadamente imprevisíveis,  com o treinamento correto e a socialização dessa raça, ela pode se tornar um bom cão doméstico. 

Foi desenvolvido em Thanjavur e Teruchi, sul da Índia. “Kutta” significa cão.  Acredita-se que o Kutta Bully descende de antigas raças de molossers como o Alaunt e foi desenvolvido durante o domínio colonial dos britânicos na Índia. Esta raça é mais encontrada em áreas que pertencem ao Paquistão.