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quarta-feira, 7 de maio de 2014

CHEGA AO MERCADO A SUZUKI INAZUMA


Após três anos de espera, a Suzuki Inazuma 250, enfim, chega ao Brasil. Revelada no Salão de Birmingham de 2011, na Inglaterra, essa naked urbana tem visual moderno e interessante, inspirado no da B-King 1.300. Feita na China e montada em Manaus, traz motor bicilíndrico refrigerado a água e injetado, com honestos 24,5cv.

A grande expectativa era sobre o preço, fator determinante em motos de baixa cilindrada. Pois bem, será de R$ 15.900. Bom? Não, não é.

Com a mesma potência, a Dafra Next 250 custa R$ 12 mil. A Honda CB 300, que é mais forte e tem ABS, tem preço de R$ 13.800. Já a Yamaha YS 250 Fazer, apenas um pouco mais fraca, começa em R$ 11.600. E por R$ 2 mil a mais (R$ 18 mil) leva-se para casa uma verdinha Kawasaki Ninja 300R, que tem 14cv a mais e é carenada.

Como seu único apelo é o fato de ser novidade (algo com prazo de validade), a Inazuma 250 deverá ter vida difícil no mercado brasileiro.

Fonte: O Globo


quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

NOVO NISSAN VERSA VEM AI!!!


Ao lado do March, o Versa dividirá a linha de montagem da nova fábrica da Nissan, localizada em Resende (RJ). Mas o sedã feito em solo nacional não será igual ao modelo que atualmente é trazido do México. Ele sofrerá uma leve reestilização, cujo resultado deve ser idêntico ao do carro recém-apresentado na Tailândia.


Chamado por lá de Almera, o sedã traz novos faróis, grade frontal redesenhada e um discreto aerofólio integrado à tampa traseira, com luz de freio auxiliar embutida na peça. Assim como o March, a mudança mais expressiva aconteceu no interior: o console central trocou as saídas de ar redondas pelas retangulares, o quadro de instrumentos traz novo grafismo, o acabamento ficou mais refinado (e com tons mais escuros) e a lista de equipamentos agora inclui central multimídia e chave presencial.



O Versa – ou melhor, Almera – não recebeu mudanças nas motorizações na Tailândia e na Índia. Por aqui, ele deve continuar sendo vendido com o motor 1.6 16V Flex, que será fabricado no mesmo complexo de Resende. Seu lançamento no mercado brasileiro deve acontecer em 2015, após a estreia do March nacional.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

O DIA DO FUSCA

Diferentemente do Dia Mundial do Fusca, celebrado em 22 de junho, que tem uma relação direta com a história do besouro, o Dia Nacional do Fusca é fruto de uma sucessão de desencontros entre o Sedan Clube do Brasil, a Volkswagen e São Pedro (disfarçado de condições climáticas). Mas como nunca é tarde para festejar a vida do Fusca, em 1989 a celebração teve início sem ter data para acabar.

Antes de ser nacional, o Fusca já estava nas ruas do País. Ele chegou em 1950, depois de 11 anos de sucesso na Europa e de ter enfrentado os rigores da Segunda Guerra Mundial. Apenas 30 unidades vieram na primeira leva, com o nome de Volkswagen Sedan. Não traziam frisos ou cromados e eram praticamente idênticas aos Fuscas pioneiros saídos da fábrica em 1939, na Cidade KdF, batizada depois da Guerra de Wolfsburg.

O visual redondinho logo criou um contraste com os enormes automóveis americanos vendidos no Brasil à época. Assim, o Fusca foi conquistando o coração dos motoristas brasileiros. Com motor refrigerado a ar, manutenção barata e resistência mecânica fora do comum, o VW se incorporou ao cotidiano das ruas do País até começar e ser montado aqui em 1953, ainda com peças importadas.

A produção nacional, em 1959, marcou a estreia da primeira fábrica da Volks fora da Alemanha, em São Bernardo do Campo. E assim foi até 1986, quando a trajetória do Fusca foi interrompida após mais de 3 milhões de unidades fabricadas.

Nessa primeira fase de produção - o carro voltou a ser feito em 1993 -, foram 27 anos, sendo 24 deles na liderança de vendas no País, mesmo tendo recebido atualizações mínimas. Até porque seria um 'crime' mudar radicalmente as formas atemporais do carrinho.

O Fusca foi criado por Ferdinand Porsche a pedido de Adolf Hitler. O ditador alemão queria um 'volkswagen' (carro do povo em alemão) para desfilar o poderio tecnológico do partido nazista por suas recém-inauguradas autobahns (autoestradas). Entre as exigências de Hitler para o Fusca estavam a capacidade de levar dois adultos e três crianças, manter velocidade média de 100 km/h, consumir pouco e ter preço de motocicleta.

O retorno da produção do Fusca no País, em 1993, foi bancado pelo então presidente da República Itamar Franco, um fã assumido do modelo que não se conformava com seu fim. A ideia de Itamar era muito similar à de Hitler: fabricar um carro popular que mostrasse que o Brasil estava crescendo economicamente. O carro, que ficou conhecido como Fusca Itamar, sairia de linha definitivamente em 1996.


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

NOVA MITSUBISHI PAJERO DAKAR HPE


Derivado da L200 Triton, o novo Mitsubishi Pajero Dakar está chegando com diversos aperfeiçoamentos já apresentados na linha 2014 da picape . Entre as novidades, há o motor 3.2 turbodiesel remapeado, o câmbio automático sequencial de cinco marchas e as mudanças no design. Essa descrição, porém, não faz justiça ao SUV porque, apesar da herança genética, de perto, Triton e Dakar guardam mais diferenças do que semelhanças. Os estilos se conversam, afinal estamos falando de carros da mesma marca. Mas o Dakar é mais bem-acabado, com maior atenção aos detalhes, como nas molduras grafite com contornos cromados ao redor das luzes de neblina, na dianteira, e no console que imita titânio, no interior.


Apesar dos detalhes de acabamento mais caprichados no SUV, os materiais de revestimento são basicamente os mesmos, o que não pode ser dito do conteudo. Considerando os itens exclusivos, o Dakar tem faróis de xenônio, rodas de liga aro 17 (na picape sao 16), sensor de chuva, sensor crepuscular e bancos dianteiros com ajustes elétricos. Sem falar daqueles recursos que só existem porque o Dakar tem carroceria de SUV, como o aerofólio traseiro, o rack no teto, a terceira fila de bancos e o ar-condicionado com saídas extras na parte traseira da cabine - com a vantagem de oferecer regulagem de temperatura independente para a turma de trás.




É importante ressaltar que essa comparação acontece entre as versões topo de linha HPE, que foram as disponibilizadas pela fábrica nos lançamentos e são as que possuem maior equivalência, uma vez que a picape é apresentada em nove versões e o SUV, em três (Pajero Dakar e Pajero Dakar HPE diesel e flex).



O espaco interno do Dakar é o mesmo para quem viaja na frente da L200, mas da fileira central para trás a história é outra. Enquanto a picape tem só mais um banco, com pouco espaco para as pernas, o SUV conta com mais duas filas de bancos, para três e dois lugares, sendo que a segunda fileira é deslizante e rebatível, o que permite variar o espaço entre esses assentos - e a terceira pode ser embutida no assoalho, liberando espaço para a bagagem.



Dos principais sistemas, o motor diesel é o único idêntico nos dois veículos. Com 180 cv de potência e 34 mkgf de torque, o 3.2 apresenta rendimento ligeiramente inferior no SUV, porque o Dakar pesa 180 kg a mais que a L200 Triton. Nas provas de 0 a 100 km/h, o SUV acelera em 15,2 segundos, enquanto a picape gasta 14,4 segundos.




Sedã de luxo

Nos demais sistemas, há diversas alterações importantes, além dos ajustes normais. A começar do chassi: segundo a Mitsubishi, apesar de ser o mesmo em dois terços da estrutura, precisamente nas porções dianteira e central, esse componente foi inteiramente modificado na traseira. O motivo para isso é o fato de, na picape, haver o compromisso com robustez, para o transporte de até 1 tonelada de carga, enquanto no SUV se privilegia o conforto para os passageiros. Mudam até os pontos de ancoragem da suspensão, que aqui tem outro tipo de construção: a picape tem na traseira eixo rígido e feixe de molas e o SUV conta com braços longitudinais, barra Panhard e molas helicoidais. Na dianteira, a arquitetura é sempre do tipo duplo A (braços triangulares duplos). Ao volante, é nítida a diferença de comportamento entre os dois veículos. A picape, que ficou mais confortável na linha 2014, ainda é um pouco dura e trepida mais que o SUV. E, para quem conheceu o antigo Pajero Sport, o Dakar ficou parecendo um sedã de luxo.




Na transmissão, embora a caixa de marchas seja a mesma, no Dakar o sistema é mais inteligente, com capacidade de se adaptar ao estilo de condução do motorista, e conta com a opção das trocas no modo manual por comandos no volante (o câmbio da picape tem mudanças manuais somente na alavanca). Além disso, o sistema de tração possui um diferencial central que permite quatro modos de uso: 4x2, 4x4 sob demanda (a força é distribuída de acordo com a necessidade), 4x4 permanente (com o diferencial central bloqueado) e 4x4 reduzida. Ou seja, o Dakar faz tudo o que a picape faz e ainda oferece um modo extra, o 4x4 sob demanda, ideal para pisos de baixa aderência, como o asfalto nos dias de chuva.



O Dakar também se destaca da Triton no preço. O SUV custa 172 990 reais, enquanto a picape sai por 126990 reais, sempre nas versões HPE diesel. Isso não deixa dúvida de que são bem diferentes.




DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO

A direção tem peso e relação adequados para o porte do carro. O freio é eficiente. A suspensão trabalha com suavidade e competência.


MOTOR E CÂMBIO
Assim como na picape, o novo câmbio permitiu explorar melhor a força do motor. Mas o rendimento na pista foi apenas mediano.


CARROCERIA
Os retoques no visual deixaram o Dakar mais luxuoso e atual. O acabamento é caprichado.


VIDA A BORDO
Confortáveis, os bancos da segunda fileira são deslizantes e rebatíveis, permitindo grande variabilidade do espaço interno.


SEGURANÇA
Tem seis airbags, mas traz apenas o básico, em termos de controle de chassi e frenagem (ABS, EBD, BAS).


SEU BOLSO
Diante de rivais como Chevrolet Trailblazer e Toyota Hilux, tem preço intermediário e os mesmos três anos de garantia.

sábado, 18 de janeiro de 2014

HYUNDAI I30 SERÁ PRODUZIDO EM ANÁPOLIS

Depois de quase triplicar sua fatia do mercado brasileiro com o sucesso do HB20, a Hyundai estuda ampliar a fábrica de Piracicaba (SP) para poder exportar o compacto, além de ampliar a família HB. Em 2014, a unidade produtiva deve atingir o limite de 175 mil unidades, com três turnos em operação desde o ano passado, segundo informou Tak Uk Im, vice-presidente da marca sul-coreana para o mercado global.
"Estamos com um grande volume para atender o Brasil. Primeiro precisamos expandir a produção para exportar. Mas não está nada definido. Por enquanto, o foco é o mercado doméstico", afirmou o executivo, que comemorou o número de vendas do HB20. Em seu primeiro ano completo no mercado, o modelo proporcionou à Hyundai um ganho de cinco posições no ranking das maiores vendedoras de carros de passeio no País.

A fabricante pulou da décima posição no acumulado de 2012 (com 2,2% de participação) para a a quinta colocação em 2013, quando deteve 6,34% do mercado brasileiro, segundo dados da associação dos distribuidores de veículos (Fenabrave). O sucesso ainda pode ser ampliado com mais integrantes da família brasileira - o mais cogitado é um SUV derivado da mesma plataforma do HB20. "Há uma demanda por pequenos SUVs no mundo inteiro", despistou Uk Im.

Enquanto a Hyundai planeja expandir apenas a família HB em Piracicaba, outros produtos globais da marca poderão ser feitos na fábrica do grupo parceiro Caoa, em Anápolis (GO). Atualmente, a planta produz ix35, Tucson e um utilitário comercial. De acordo com Uk Im, a planta pode receber um novo produto em regime de CKD, no qual apenas a montagem é feita localmente. A expectativa é de que o compacto i30 seja nacionalizado.
Mesmo com aumento de IPI e previsões não muito otimistas para a economia, o executivo sul-coreana acredita que hacerá um pequeno aumento nas vendas neste ano. "O País é populoso e tem recursos naturais, vemos como um grande potencial de crescimento ainda", afirmou Tak Uk Im.
Direto de Detroit

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

VW MOSTRA O UP



A Volkswagen do Brasil divulgou nesta quinta-feira, 9 de janeiro, a primeira imagem oficial do Up brasileiro.


Embora seja difícil perceber, o carro brasileiro será ligeiramente mais comprido que o modelo europeu, já que “nosso” Up poderá levar até três passageiros no banco de trás – o projeto original prevê espaço somente para duas pessoas. A imagem revela a existência de um apoio de cabeça central para o quinto passageiro.

Em comunicado, a VW afirma que “em breve, a Volkswagen estará oferecendo o carro mais inovador de seu segmento no mercado brasileiro”. Segundo a marca, o Up “chegará para ser uma referência em termos de design, desempenho, consumo e segurança”.


O carro será oferecido com o já conhecido motor 1.0 de três cilindros em linha, que equipa o Fox Bluemotion. A potência chegará aos 82 cv com etanol no tanque. Como antecipamos ontem, o Up terá várias versões, incluindo uma com apelo esportivo e outra com roupagem aventureira.