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sábado, 10 de maio de 2014

BRASIL É O PAÍS QUE MAIS RENEGA SUA NEGRITUDE


A ausência de rostos negros na esfera pública brasileira, seja nas capas de revistas ou em cargos políticos importantes, impressionou o americano Henry Louis Gates Jr., considerado um dos principais especialistas em culturas africanas e afro-americanas. O professor de Harvard visitou Rio, Diamantina, Recife e Salvador em 2010 para a série de documentários “Os negros na América Latina”, transformada em livro homônimo que acaba de ser lançado no Brasil. Durante a rápida passagem, se decepcionou ao ver como o país mais mestiço do mundo — e o primeiro a se afirmar isento de racismo, segundo o autor — sufoca suas raízes africanas.

Henry Louis Gates

No livro, Gates percorreu diversas nações da América Latina para investigar os efeitos da diáspora africana, entrevistando artistas, acadêmicos e outras personalidades ligadas à questão negra (entre os brasileiros, está Abdias Nascimento, um de seus heróis de juventude). Uma pergunta permeia toda a obra: o que significa ser negro nessas culturas? Quem é considerado negro, em quais circunstâncias, e por quem? 



Presente nos principais debates sobre raça nos Estados Unidos, o autor ficou conhecido dos brasileiros em 2009, por causa de um polêmico episódio: enquanto tentava forçar a porta de sua própria casa, foi abordado bruscamente por um policial que desconfiou de seu gesto. Os dois discutiram — e o professor acabou preso, se dizendo vítima de racismo. A questão foi resolvida com uma cerveja na Casa Branca, em companhia do presidente Obama. Em entrevista ao GLOBO, o autor se mostra atento às contradições do Brasil. Embora encantado com a aparente harmonia, avalia que os afrodescendentes continuam excluídos socialmente. E dispara: quanto mais “negra” a aparência de um indivíduo, pior é sua condição econômica.



Cada país incluído no livro tem uma maneira própria de se relacionar com a herança africana. Qual é a do Brasil? 



Embora seja a segunda nação mais negra do mundo, o Brasil despreza suas raízes negras. Quero deixar bem claro: amo o Brasil e não vejo a hora de voltar ao país. Nunca estive num país em que pessoas de raças diferentes ficassem tão confortáveis juntas. As pessoas são iguais, exceto quando se chega à questão socioeconômica. Como me disse Abdias Nascimento durante nosso encontro, o mito da democracia racial foi em parte uma construção ideológica para negar o direito dos negros de reivindicar sua identidade negra ou se organizar politicamente. O Brasil é o país que mais renega sua negritude. Por outro lado, uma importante cultura negra sobreviveu de forma subterrânea. Há mais tradições africanas no Brasil do que em muitos países do Novo Mundo. 

Especialmente nos anos 1960, muitos estudiosos americanos viam o Brasil como o país da democracia racial. Este conceito ainda perdura? 


Ministro Joaquim Barbosa

Os americanos abraçaram o mito da democracia racial brasileira porque tentavam usá-lo como arma ideológica contra o racismo nos EUA. Qualquer pessoa que colocar o pé no Brasil, porém, perceberá que isso não existe. É só olhar as elites, as classes altas, as universidades, e praticamente todos os rostos públicos do país: só há brancos. Nenhuma pessoa em sã consciência poderia declarar que existe democracia racial. Mas, nos últimos anos, os negros brasileiros passaram a reivindicar seus direitos. Ações afirmativas estão sendo debatidas e os efeitos mascarados pela democracia racial, eliminados. 



Ao contrário da visão binária branco-negro americana, o Brasil usa mais de uma centena de categorias para descrever indivíduos com descendência africana. Como o senhor avalia essa abordagem plural? 



Há duas maneiras de enxergar estas categorias. A primeira é que elas desconstroem o binarismo branco-negro, o que é positivo. A segunda é que elas também são uma maneira de escapar da categoria “negro”, de negar uma herança africana comum. Há uma constante em todos os países latino-americanos que visitei: as pessoas mais pobres são aquelas com a pele mais escura. Em geral, quanto mais “africana” a aparência de um indivíduo, mais pobre ele será. E isso por causa da discriminação racial dos brancos, mas também dos próprios negros. 



Como teria sido sua vida se tivesse crescido no Brasil? 



Acho que não estaríamos tendo esta conversa. Eu não seria professor, assim como Obama não seria presidente. Quando terminei o colégio, em 1968, os EUA ofereciam aos negros uma mobilidade social que não existia no Brasil. E isso graças às ações afirmativas. Elas permitiram que pessoas com o meu background racial e social conseguissem se tornar professores universitários, líderes políticos ou escritores.

Os Estados Unidos estão desarmando seus critérios de ação afirmativa. O ciclo de vigência deste tipo de política pública está esgotado? 



O país precisa redefinir as ações afirmativas, e incluir classes. Meus filhos foram privilegiados e não acho que precisem desses benefícios. Quem os merece são os pobres negros, mas também os brancos. As ações afirmativas foram implementadas para que pessoas subissem de uma classe para outra. Agora, elas se tornaram uma maneira de perpetuar as classes, já que muitos estudantes beneficiados por elas são filhos de negros de classes altas. Eu quero que sejam contemplados estudantes de classes baixas, negros e brancos. Falta mais diversidade de classe nos Estados Unidos.



No livro, o senhor afirma que as cotas para negros são essenciais, mas admite que não são um remédio perfeito. Neste sentido, quais são os desafios que o Brasil enfrentará ao implementá-las?



Em primeiro lugar, você precisam definir quem é negro (risos). Gostaria de ver o Brasil tirando mais pessoas da pobreza e dos problemas que afetam os descendentes de africanos. Espero que a proporção de negros e pardos entre a classe trabalhadora, média e alta se torne proporcional à sua população. Como isso não acontece nem nos Estados Unidos, certamente levará muito tempo para acontecer no Brasil. Mas só poderá acontecer com ações afirmativas. E eu admiro o Brasil por finalmente confrontar esta questão e colocá-la em debate.



Há hoje nos Estados Unidos mais negros em prisões do que havia escravos no século XIX. É sabido que um trabalhador na prisão ganha muito menos do que um trabalhador livre. Muitos sociólogos veem nisso um complô econômico. O senhor concorda? 



Não acredito que haja um complô capitalista para aumentar o número de presos e ganhar um maior suprimento de trabalhadores baratos. Esta taxa de encarceramento, na minha opinião, foi resultado de uma soma de decisões políticas, como as leis antidrogas que atingiram indivíduos afro-americanos e acabaram alimentando o chamado “complexo industrial carcerário”. Não vejo um complô, mas acho repugnante e vergonhoso que os Estados Unidos tenham a maior taxa de encarceramento do mundo.



Mas ainda assim podemos falar em uma relação entre economia e racismo? 



O racismo é uma função econômica. Tenho certeza de que a exploração econômica precede o racismo e é responsável por ele, inclusive nos dias de hoje. Não por acaso as sociedades precisaram de trabalho escravo ou barato, como você mesmo sugeriu em relação às prisões, embora não concorde com a ideia de um complô neste caso. A escravidão existiu porque não queriam pagar todos os trabalhadores. E é também por isso que existem as favelas. Veja os imigrantes nos Estados Unidos: eles sustentam a economia e ainda assim são vistos de maneira negativa. A escravidão foi sui generis, nada é igual a ela; mas os mesmos mecanismos de opressão perduram por razões econômicas, e é claro que é mais fácil de codificar estes mecanismos em função da cor da pele. Os negros continuam recebendo os trabalhos menos desejáveis e com menor salário. 

O que achou do gesto do jogador Daniel Alves, que comeu uma banana arremessada por torcedores racistas durante um jogo? 



Gostei. É engraçado e sutil. Ele merecia um prêmio por isso. Para entendermos o ato desse torcedor, devemos ensinar a história do racismo e de como ele se manifesta em representações com macacos, bananas, chimpanzés... As iconografias racistas têm uma longa história. Foram primeiro usadas para reforçar a imagem dos negros como escravos e depois como cidadãos desclassificados. 



Como combater o racismo: campanhas educacionais, prisão ou multa?



Com educação. Não acredito em multas ou prisão por racismo. Martin Luther King dizia que não se pode legislar a moralidade. Não podemos legislar o antirracismo, mas podemos expor as pessoas ao conhecimento. Com conhecimento suficiente, o racismo irá, quem sabe, desaparecer.

Fonte: O Globo

sábado, 8 de fevereiro de 2014

JACAREPAGUÁ, TENTOU FALAR E VIROU PIADA




E não foi só no Jacarepaguá que ele bugou não, antes ainda rolou um maier..mé..mé.. até acertar o nome da cidade, mas no Jacarepaguá ele se superou, o cara bugou em todos os lugares possíveis.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

APAGÃO ATINGIU 300 MIL EM GOIÁS

A falha na linha de transmissão de energia que gerou um apagão em grande parte do país afetou aproximadamente 300 mil consumidores em Goiás em 50 cidades do estado, segundo nota da Companhia Energética de Goiás (Celg), divulgada na noite desta terça-feira (4).
O problema provocou falta de luz em todos os estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além do Tocantins, na região Norte. A região mais afetada em Goiás foi a sudoeste. Em Mineiros, moradores ficaram 20 minutos sem eletricidade. Em Santa Helena de Goiás, o apagão durou 50 minutos. Ainda segundo a Celg, o problema na distribuição durou 2h.

Em nota, o  Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), informou que a “perturbação no Sistema Interligado Nacional” ocorreu entre o município de Colinas (TO) e a região da usina hidrelétrica de Serra da Mesa, no norte de Goiás, provocando a interrupção do fornecimento de cerca de 5 mil MW (megawatts).

MÉDICA CUBANA PEDE ASILO NO BRASIL

Integrante do Mais Médicos, a cubana Ramona Matos Rodriguez, 51, deixou o programa e anunciou na noite desta terça-feira (4) que vai pedir asilo político ao Brasil. Ela disse que vai permanecer refugiada na liderança do DEM na Câmara dos Deputados, aguardando uma decisão do governo brasileiro, já que está sendo "perseguida pela Polícia Federal".

Clínica-geral, ela chegou ao país em outubro e atuava em Pacajá, no Pará. Ela diz que deixou a cidade no sábado e seguiu para Brasília após descobrir que o valor de R$ 10 mil pago pelo governo brasileiro a outros médicos estrangeiros era muito superior ao que ela recebia pelos serviços prestados.

A cubana alega ainda ter sido enganada sobre a possibilidade de trazer seus familiares ao país.

Ramona foi apresentada nesta terça no plenário da Câmara por líderes do DEM. Em entrevista, ela contou que recebia por mês US$ 400 para viver no Brasil e outros US$ 600 seriam depositados em uma conta em Cuba, que só poderiam ser movimentados no retorno para a ilha.

A médica não revelou como chegou à capital federal nem como foi feito o contato com os deputados da oposição. Ela contou, porém, que decidiu procurar o deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) depois de fazer uma ligação para uma amiga no interior do Pará e ser informada que a Polícia Federal já tinha sido acionada para buscar informações sobre seu paradeiro, sendo que agentes teriam procurado seus conhecidos na cidade.

Ela não deu detalhes de como chegou ao deputado e disse que se sente enganada por Cuba. A médica mostrou um contrato com a Sociedade Mercantil Cubana Comercializadora de Serviços Médicos Cubanos, indicando que não houve acerto entre o Ministério da Saúde e a Opas (Organização Pan-Americana de Saúde)
"Eu penso que fui enganada por Cuba. Não disseram que era o Brasil estaria pagando R$ 10 mil reais pelo serviço dos médicos estrangeiros. Me informaram que seriam US$ 400 aqui e US$ 600 pagos lá depois que terminasse o contrato. Eu até achei o salário bom, mas não sabia que o custo de vida aqui no Brasil seria tão alto", afirmou a cubana.

Ela disse que tem uma filha que também é médica em Cuba e que sente receio pela situação dela. Romana afirmou que já trabalhou em uma missão de Cuba na Bolívia por 26 meses.

A médica disse ainda que enfrentava problemas para se deslocar entre cidades brasileiras, tendo sempre que avisar a um supervisor cubano, que ficava em Belém.

Ronaldo Caiado afirmou que a liderança do DEM na Câmara será a embaixada da liberdade para os médicos cubanos. Ele afirmou que sua assessoria prepara para amanhã o pedido de asilo da médica ao governo brasileiro e que irá pessoalmente conversar sobre o caso com o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo.
"O DEM se coloca à disposição com estrutura física e jurídica", disse.

Os oposicionistas disseram que vão arrumar um colchão e as condições necessárias para que ela permaneça no local.

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), disse que não vai interferir no caso porque a liderança é um espaço de cada partido.

Vitrine eleitoral da presidente Dilma Rousseff, o Mais Médicos tem o objetivo de aumentar a presença desses profissionais no interior do país, em postos de atenção básica, e para isso permite a atuação de médicos sem diploma revalidado em território nacional. Atualmente, cerca de 7.400 médicos cubanos estão selecionados para atuar no país.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

BRASIL IMPORTA ETANOL DOS EUA, E AI DILMA?

Pasmem: o Brasil está importando etanol dos Estados Unidos! O país que inventou o Proálcool, pátria dos veículos flex, o maior produtor mundial de cana-de-açúcar, anda de marcha à ré no combustível renovável. Primeiro incentivou, depois maltratou sua destilaria, dando prioridade à poluente gasolina. Um vexame internacional.
Navios carregados de álcool anidro norte-americano começaram a descarregar 100 milhões de litros no Porto de Itaqui (Maranhão). É somente o começo, destinado ao abastecimento do Nordeste. No total, as importações serão bem mais volumosas. Para facilitar, o governo Dilma desonerou de impostos (PIS e Cofins) as compras de etanol no exterior, dando um tapa na cara dos produtores nacionais. Surreal.
Há décadas, na agenda planetária os combustíveis renováveis começaram a se impor nos transportes, preliminarmente, por causa do encarecimento do petróleo. Recentemente, com a ameaça do aquecimento global, nações investiram na busca de energias alternativas, ambientalmente vantajosas diante das de origem fóssil. O sonho dos países desenvolvidos, liderados pela Europa, é esverdear sua matriz energética utilizando fontes solares, eólicas ou oriundas da biomassa. Todos avançaram nas energias chamadas limpas. Aqui andamos para trás.
Tudo caminhava bem. Eleito o PT, no seu primeiro mandato o presidente Lula recebeu George W. Bush usando o boné dos usineiros. Interessado em abastecer o crescente mercado dos Estados Unidos, o setor sucroalcooleiro nacional estava animado. O etanol brasileiro, mais competitivo, ganharia o mundo. Nesse contexto vitorioso, as montadoras lançaram, em 2003, os carros flex, dando mais segurança aos consumidores. Em cinco anos a quilometragem rodada por veículos movidos a etanol ultrapassou os a gasolina, trazendo grande vantagem ecológica. Segundo Décio Gazzoni (Embrapa), especialista em agroenergia, as emissões líquidas de CO2 equivalente causadas pela queima de um litro de etanol somam apenas 400 gramas, ante 2.220 gramas da gasolina. Além da redução do desmatamento na Amazônia, o País também contribuía para a agenda do clima reduzindo as emissões de CO2 na atmosfera em razão do efeito substituição da gasolina pelo etanol. Show de bola.
A partir de 2009, surpreendentemente, entramos na contramão da História. Uma trágica concepção da política pública levou o governo Lula a dar prioridade à a gasolina da Petrobrás, em detrimento do álcool combustível. Ninguém sabe explicar ao certo os motivos dessa reversão. Houve, isso é patente, uma contenção artificial dos preços da gasolina, impedindo, por tabela, o etanol de remunerar seus custos de produção. Pode ter segurado a inflação. Mas quebrou a Petrobrás e faliu o setor sucroenergético nacional. Ao invés de dominar o mercado exportador, o Brasil tornou-se importador de etanol. De milho.
Influenciados pelo movimento ambientalista, os norte-americanos, na Califórnia especialmente, decidiram apostar no combustível alternativo. Sua acertada escolha, porém, exigiu uma mudança técnica com relação ao Brasil: utilizar o grão de milho, e não o caldo da cana-de-açúcar, nas destilarias. Por que razão? Acontece que o cultivo da cana-de-açúcar é próprio das regiões tropicais, onde as lavouras permanecem no terreno por vários anos, sucessivamente colhidas. Nos países temperados, o frio intenso do inverno interrompe o cultivo contínuo dos campos.
Do Golfo do México para cima, geograficamente, as condições climáticas tornam-se restritivas para as espécies vegetais cultivadas de forma "semipermanente", como a cana. Somente sobrevivem ao período gelado as plantas que perdem as folhas sazonalmente, como as frutíferas, por exemplo. Ou certas árvores adaptadas, como os pinheiros. Basta olhar as recentes tempestades de neve nos EUA para verificar a interrupção do ciclo agrícola. Nenhum canavial resistiria àquelas baixas temperaturas.
Sobrou para os gringos triturarem o milho nas destilarias. Colhidas as lavouras e estocados os grãos, o armazenamento permite estender seu consumo meses afora. Montanhas de milho aguardam a hora de ser moídas e fermentadas nas dornas, produzindo o álcool que o mundo adotou como etanol.
Qualquer matéria-prima contendo açúcares ou carboidratos pode sofrer fermentação. Nesse processo químico-biológico, conduzido por bactérias em condições anaeróbicas, o rendimento final é variável. É aqui que o etanol brasileiro vence de goleada seu similar oriundo do milho. Na média, um hectare plantado com cana gera 7.200 litros de etanol; com milho, a mesma área produz 3.100 litros. Essa maior produtividade energética se reflete nos custos e na contabilidade ambiental. Em 2009 a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos divulgou parecer comprovando que o uso do etanol de cana como substituto da gasolina permitiria uma redução de 44% nas emissões de gases-estufa. Com o milho, cairia para apenas 16%. Tudo conspirou a favor do Brasil.
Mas saiu errado. Após um período de forte expansão, com grandes investimentos, chegou a pasmaceira, seguida da quebradeira. Em vez do sucesso, seguiu-se o desânimo. Os carros flex passaram a encher o tanque com gasolina. No interior do País, entre 385 unidades, 100 encontram-se endividadas, praticamente paralisadas ou fecharam as portas. Dezenas de projetos nem saíram do papel. Frustração total.
Lula, em nome do populismo, destruiu uma das maiores invenções brasileira. As importações de etanol de milho do Brasil configuram o maior fracasso mundial de uma política pública na área da energia renovável. Dilma Rousseff, pregressa ministra de Energia, adota discursos contemporizadores. Está, na verdade, num beco sem saída.
Por Xico Graziano

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

TERESINA EM FOTOS

Teresina é a capital e o município  mais populoso do estado do Piauí.
Localiza-se no 
Centro-Norte Piauiense a 366 km do litoral, sendo, portanto, a única capital da Região Nordeste que não se localiza às margens do Oceano Atlântico . É a 20ª maior cidade do Brasil, com 836.474 habitantes, sendo a 16ª maior capital de estado no Brasil.